Empreendedores Lucram Com O Mercado De Sexo

Empreendedores Lucram Com O Mercado De Sexo

A média de 350 produtos vendidos por mês saltou para quase 800 em abril. Por falta de conhecimento, empresas que trabalham nesse ramo são, por várias vezes, confundidas com empresas de pornografia. O que é bem diferente, segundo Lumertz, pau de cavalo gel já que o produto erótico é focado no estímulo ao bem-estar sexual, a independência e autocuidado da mulher. Essa mudança cultural pôde ser sentida pelo mercado de comercialização de produtos sensuais, principalmente pelos e-commerces.

Segundo estudo do instituto Allied Market Research, o setor de bem-estar sexual tem a previsão de alcançar um faturamento de US$ 108 bilhões em 2027. Como pudemos ver, o mercado erótico apresenta um panorama muito interessante e repleto de oportunidades. Em todo o mundo, há uma tendência de desenvolvimento e que promete impulsionar ainda mais os negócios. Quem ainda não tem certeza sobre esse ramo de negócios pode ser convencido pelos números que vamos apresentar hoje. Com um desempenho surpreendente e acima da média, as estatísticas demonstram a força do segmento erótico. A plataforma se chama 9 e noventa -e custa o mesmo para acessá-la.

A venda porta a porta de produtos sensuais tem se definido como uma importante fonte de renda para revendedores autônomos. Em tempos de economia cambaleante e desemprego em alta, a venda desses produtos tem salvo o orçamento de muitas famílias. Para manter-se no mercado por 14 anos, o site de comércio eletrônico Loja do Prazer sempre buscou o profissionalismo – no que o mercado, de maneira geral, era incipiente. Por isso, foi preciso buscar inspiração em grandes nomes de outros setores. “Fugimos do amadorismo que havia no mercado erótico e nos espelhamos em grandes nomes do e-commerce, como o Submarino e a Dafiti”, afirma Passos. Beatriz considera que a maneira de falar sobre a sexualidade feminina é o ponto principal, já que agora o assunto é mais discutido.

A masturbação continua uma prática comum para 73% das mulheres, mas a masturbação cruzada cresceu 12% nas mais jovens. O publicitário Ricardo, 45, vive um relacionamento aberto com sua mulher, mas o casal está impossibilitado de ir a outros encontros devido à quarentena. A compra do vibrador neste período, ele conta, foi bom para Libidgel reviver o tesão a dois. Um começo incerto seguido de um boom nas compras também foi o que aconteceu na Loja do Prazer. O dono da empresa, Fabio Alves Moreira, foi pego de surpresa quando registrou um aumento de 30% nas vendas,”fiquei chocado porque eu penso diferente, tenho filho e quero guardar dinheiro, não gastar”, diz.

Quem consome mais produtos eróticos?

Segundo Estudo Do Instituto Allied Market Research, O Setor De Bem

Atualmente, o site vende lingerie, roupas especiais de cama e chocolate. A Adão e Eva também correu para ter sua própria marca de cosméticos e hoje vende fantasias e artigos de sadomasoquismo. Para conquistar um público jovem, que está mais aberto a experimentar esse tipo de produto, a LELO lançará a marca Picobong. A marca sueca LELO, presente no Brasil desde 2012, investe pesado na engenharia e no design dos seus “produtos do prazer”. “Buscamos o minimalismo, a elegância e entregamos objetos que convidam o consumidor, em vez de assustá-lo”, diz Eliane Said, CEO e representante da LELO na América Latina. Entre os 480 produtos na loja, a Egalité também vende produtos relacionados à higiene pessoal e cuidados íntimos da mulher, porém não possui as mesmas condições que os e-commerces voltados à saúde e beleza.

Edição Da Íntimi Expo Vai Receber Expositores Do Mundo Todo

Ela explica que está havendo uma mudança de percepção do mercado erótico por parte de empresas e consumidores. “Muitas empresas estão se posicionando como sensuais e românticas, isso aumenta o potencial”, afirma. Isso ocorre por causa das restrições da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a importação destes produtos.

Considerando especialmente esses produtos, as vendas cresceram 50%. E sem dúvidas, o crescimento maior foi na parte de acessórios vibratórios. Mas em relação aos vibradores, o crescimento foi considerável”, explica. Elas, as brasileiras modernas, agora vão direto ao assunto, e não se envergonham! Quase 2/3 das mulheres entrevistadas concordam que brinquedos na cama podem ser úteis mesmo quando acompanhadas. As mais jovens são mais receptivas a isso, com recusa de 7% (contra 16% das mais maduras).

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Esse cenário, porém, vem se modificando devido a uma série de fatores, afirma Evaldo Shiroma, vice-presidente da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico . Ele também é o idealizador da Erotika Fair, maior feira do setor, cuja 20ª edição acontece entre os dias 4 e 7 de abril. É fundamental que sites desenvolvam palavras de fácil grau de compreensão de todos, deste modo assim que o cliente buscar por conteúdos dos quais o mesmo procura, sua empresa estará na primeira página do site de busca mais famoso do mundo. Formada em Design Gráfico e pós graduada em Gestão Estratégica da Comunicação.

A pesquisa indica que 84% das consumidoras são casadas ou namoram, e a grande maioria delas, 81%, está no mesmo relacionamento há três anos ou mais. Compram produtos eróticos para comemorar uma data especial com o parceiro, para surpreendê-lo ou simplesmente para agradá-lo. Na pantynova, criada por Izabela Starling e Heloisa Etelvina inicialmente para satisfazer o prazer de mulheres lésbicas e hoje além de contemplar o público LGBTQIA+ também atende às necessidades da mulher heterossexual, não foi diferente. Para Etelvina, vários acontecimentos contribuíram para uma performance mais agressiva nas vendas dos últimos anos, entre eles a disseminação do autocuidado e do autoamor entre as mulheres, divulgados principalmente nas redes sociais. Assim que os comércios e escritórios fecharam as portas e as pessoas se viram trancadas em casa, em isolamento social, no início de março de 2020, Luana Lumertz se assustou com um aumento significativo nas vendas de vibradores em sua loja. “Foi bastante surpreendente, ficamos chocadas no início, porém felizes com a procura”, confessa a fundadora da Egalité.

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